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8 Papéis Icónicos de Steve Carell

8 Papéis Icónicos de Steve Carell

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Steve Carell é um dos atores de comédia mais populares no mundo inteiro e decidimos juntar os 8 papéis mais icónicos da carreira do ator, comédia e não.

Criado por: Ricardo Santos Silva em 19 / 08 / 2020

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Hoje é o aniversário de um dos meus atores preferidos, Steve Carell. Porque é que é um dos meus preferidos? Simples. Seja um bom filme, seja um mau filme, Steve Carell é capaz de uma interpretação sempre memorável, por vezes incrível, mas sempre sempre, memorável.


Para celebrar o seu 58º aniversário decidi juntar os 8 papéis mais icónicos do ator (na minha opinião). Então, cá vai:


Andy (Virgem aos 40 anos): terá sido o primeiro filme que vi com ele. Ainda naquelas tardes de domingo quando davam filmes nos canais abertos da televisão portuguesa. A figura totó ao nível extremo, carinhoso e super engraçado fez-me querer ver mais deste ator.

David Sheff (Beautiful Boy): a junção de Steve Carell a Timothée Chalamet agradou-me antes sequer, de saber o tema do filme. Quando verifiquei que Steve seria o pai de Timothée, um miúdo com idade de ir para a universidade com problemas de toxicodependência, fui logo ver e arrebatou-em. Uma história verídica, forte, sentida e onde vemos Steve Carell a mostrar ser mais que um ator de comédia.

Gru (Gru - O Maldisposto): quando era mais novo vi a versão dobrada em português do Gru - O Maldisposto, mas quando soube que era Steve Carell que fazia a voz original do Gru, vi em inglês e… consigo imaginar o Steve a fazer a voz, as expressões dele, os saltos que deve ter mandado na cabine do estúdio, uma interpretação incrível, mais uma.

Michael Scott (O Escritório): há tanta coisa para dizer sobre esta personagem. Melhor chefe do mundo, pessoa mais à toa do mundo, homem mais simpático e protetor dos seus do mundo, personagem cómica que apaixona milhões de pessoas em todo o mundo e que faz o The Office (O Escritório) ser uma série de culto. À conta deste aniversário estou a ver outra vez a série, já vou para a 6ª repetição. É uma personagem icónica da carreira dele e, talvez, a que mais gente conheça, mesmo que não tenha visto, já viu fotos, frases icónicas, etc.

Mark Hogancamp (Bem-vindos a Marwen): bem… esta personagem é das mais recentes e das melhores. Mark Hogancamp é um senhor que sofreu um trauma e vive a sua vida através de uns bonecos que o próprio constrói. No filme vemos a narrativa em duas partes, a das pessoas e através dos bonecos e está qualquer coisa de espetacular, obrigatório ver!!!

Cal (Amor, Estúpido e Louco): Steve Carell, Ryan Gosling e Emma Stone. São capaz de ser dois dos meus atores preferidos e uma das minhas atrizes preferidas. Todos juntos num filme de diálogos e relações tão bem interpretado quanto escrito, fenomenal.

John du Pont (Foxcatcher): uma história verídica sobre um milionário americano que decide formar uma equipa de wrestling. Um filme assustador sobre as pressões que uma pessoa com dinheiro consegue impor aos seus trabalhadores e na polícia e outras entidades oficiais. Steve Carell sofreu uma transformação assustadora e tem um papel brilhante, acompanhado de Channing Tatum e Mark Ruffalo.

Bobby Riggs (Battle of the Sexes): mais uma história verídica, mais um papel em que Steve Carell interpreta um homem não muito bom. Um homem machista contra uma mulher (Emma Stone) que tenta terminar com o controlo do ténis por parte dos homens. É um filme bom, em que observamos um grande ator e uma grande atriz a darem-nos uma “aula de história” através de excelentes interpretações.


Que contes muitos mais Steve, e que continues a deliciar-me (e a toda gente do mundo) com excelentes papéis no grande e pequeno ecrã!!





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