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IndieLisboa - Resumo do Dia 1

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O IndieLisboa de 2020 já começou e nós vamos contar-te tudo o que se passa por lá. Descobre aqui o que aconteceu no primeiro dia de festival.

Criado por: Ricardo Santos Silva em 26 / 08 / 2020

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E já começou a edição de 2020 do IndieLisboa - Festival de Cinema Internacional de Lisboa!!


Neste primeiro dia, 25 de Agosto de 2020, o grande acontecimento foi a Cerimónia de Abertura, realizada no Cinema S. Jorge, onde a direção do festival enalteceu a presença do público e agradeceu várias vezes pois, “fazer um festival completamente digital nunca esteve nos planos, o cinema e um festival de cinema em especial, é para ser vivido e partilhado entre pessoas”.


Nesta cerimónia de abertura houve ainda a mostra do filme “La Femm de Mon Frére” da realizadora canadiana Monia Chokri, do qual podes ler a nossa review aqui.


Ainda antes de começar a cerimónia de abertura tivemos a mostra do primeiro filme de todo o festival, pertencente à secção “Boca do Inferno”. Secção que mostra “filmes sem tabu, obras que rasgam fronteiras de registo e temas.” Neste 1º dia tivemos “The Twentieth Century”, 1ª longa metragem do cineasta canadiano Matthew Rankin, que é uma bizarria sobre os costumes canadianos, e uma espécie de biopic sobre os primeiros tempos da vida do antigo primeiro ministro daquele país, William King “o político e o chonhinhas”.


Outra das secções já com mostra de filmes neste primeiro dia, foi a “Silvestre”, secção onde se apresentam filmes feitos com métodos inovadores, formas de filmar alternativas e formas de contar histórias como poucos as fazem. Tivemos dois, foram eles:


State Funeral: filme feito a partir de imagens de arquivo (algumas inéditas) sobre a morte de Estaline e todos os acontecimentos até às cerimónias fúnebres do antigo líder da URSS;

Responsabilidad Empresarial: retrato de um livro nunca publicado sobre o período da ditadura argentina, no qual, empresas foram cúmplices na repressão social imposta pelo regime.



Houve ainda mostra de um filme da secção IndieMusic, secção onde apenas se mostram trabalhos sobre música/músicos. 

Neste dia foi a vez de “Billie”, documentário sobre a estrela americana do jazz Billie Holiday, feito pelo britânico James Erskin que recolheu uma data de entrevistas em vídeo com outros músicos, família, amigos e amantes da cantora, que tinha sido inicialmente feitas com o propósito da escrita de uma biografia, biografia essa que nunca foi editada.


Ontem, neste 1º dia do festival, começou também uma das secções que é bandeira da edição deste ano, a secção “Retrospectiva”. Onde se vai fazer retrospectiva das carreiras de alguns cineastas ou de eventos como é o caso dos 50 anos do Forum Berlinale.


Começou, neste dia, a fazer-se a retrospectiva da carreira do cineasta senegalês Ousmane Sembène, com a mostra de 3 curtas:

Borom Sarret (1963);

La Noire de… (1966);

Tauw (1970).





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