The Morning Show

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Temporadas: 1

Data da Estreia: 01 / 11 / 2019

Última Temporada: 20 / 12 / 2019

Total de Episódios: 10

Duração por Episódios (aprox): 60 minutos

Em Produção: Não

Linguagem: Inglês

Produtora /s:

Apple TV+

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Sinopse

O que acontece quando as pessoas em quem confia para dizer a verdade se mostram desonestas? Com Reese Witherspoon, Jennifer Aniston e Steve Carell, "The Morning Show" segue a queda livre de um noticiário matutino após um escândalo e sua luta para sobreviver numa era em que as notícias estão em todo o lado.

Review

ranting

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Seguidores: 2


The Morning Show

Reação dos fãs:

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04 / 08 / 2020

Escolhi ver esta série porque Steve Carell e Jennifer Aniston são cabeças de cartaz, mas não ficámos por eles, ficámos pelo tema que a série retrata.

Os bastidores de uma programa de notícias da manhã, americano, são o ponto de partida para a espiral de acontecimentos desta que é uma das primeiras grandes produções para a Apple TV. O estado do jornalismo nesta época é posto à lente de uma lupa contornada por sexismo e problemas de assédio no trabalho. A personagem de Steve Carell (Mitch Kessler) é metade da dupla de pivôs do programa mais visto de notícias dos E.U.A. com Jennifer Aniston (Alex Levy). No primeiro episódio, Mitch Kesller é despedido porque foi acusado de assédio sexual no trabalho. 

Isto é o ponto de partida para vermos como os egos destas personagens se vão comportar para resolver e sobreviver a este problema, estes egos criam tantos problemas na preparação do programa que nos leva a perguntar como é que este vai para o ar todos os dias. Billy Crudup no papel de Cory Ellison, interpreta o papel de um diretor de informação que parece estar sempre a perder o controlo das coisas mas que, tira da cartola um sorriso a cada “mau” momento, que deixa a dúvida no espectador, “será que ele está mesmo a passar por um mau momento?”.

Billy é o ponto alto desta série, a interpretação desta ator faz-nos querer ver mais e mais, nota-se particularmente bem nos diálogos que protagoniza ao longo da série. Nem sempre bem iluminada (ep.4) ou com um papel de cenário muito visível (ep. 6), a série desenvolve lentamente e pode ficar aborrecida para alguns espetadores. Mas, eis que, o último episódio nos agarra à história que parece poder ir para qualquer lado, o suspense, a banda sonora, a ação, a emoção que vemos em cada uma das personagens, fecha esta série de forma brilhante, quase irrepreensível.

De notar ainda o bonito genérico, com música de Benjamin Clemantine. 




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