Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend

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Duração: 80 minutos

Data de Estreia: 12 / 05 / 2020

Orçamento: Sem Informação

Receita: Sem Informação

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

Universal Television

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Review

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Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend

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07 / 08 / 2020

Ora, a review de hoje é sobre um filme que me diverti imenso a ver e a decidir… Sim. Este é um filme original Netflix onde a pessoa que está a ver decide as ações do filme.

Este filme é a continuação da história de Kimmy Schmidt da série, também ela da Netflix, Unbreakable Kimmy Schmidt. A história de um grupo de raparigas que foram raptadas por um homem que era “reverendo” (padre) e que depois se conseguem libertar e têm que aprender a viver em sociedade, coisa que viveram muito pouco porque foram raptadas logo em crianças, é o que a série nos conta. O filme começa da parte em que nos apercebemos que Kimmy Schmidt vai-se casar com um príncipe inglês. 

As personagens principais desta história são incríveis e vê-se, mais uma vez, o talento de Tina Frey na argumentação. Ellie Kemper (Kimmy) é a minha preferida, conheci-a no The Office e comecei a ver a série por causa dela, o humor dela, as expressões, os diálogos, a forma como fala, são muitos indicadores de uma excelente atriz. Neste filme é acompanhada, principalmente, por Tituss Burgess (que no filme é Titus Andromedon) que é excecional, personagem excêntrica que tem o desejo de ser ator mas a preguiça e achar que é uma estrela maior do que o que é verdadeiramente descarrilam uma série de eventos e formas de comportamento que são hilariantes, depois temos Carol Kane que protagoniza Lillian, amiga de Kimmy, velhota, verdadeira nova iorquina dos bairros mais problemáticos que tem tanto de afetivo como de violento, completa o trio de personagens surreais. O novo, que não estava na série e está neste filme, é o marido de Kimmy, Prince Frederick, interpretado por Daniel Radcliffe, que é a cara chapada de Kimmy mas em homem e os dois têm uma sinergia excelente.

Agora, uma coisa é certa, a review que estou a fazer pode não ser do mesmo filme que tu viste ou vais ver, posso ter feito escolhas diferentes mas cá vai. 

Cada escolha é mais surpreendente que a outra e as falas estão todas perfeitamente colocadas (com isto de ir atrás e à frente num argumento podia ficar estranho, mas não). Eu só cheguei à introdução/genérico do filme depois de ter provocado três rewinds. Há pormenores deliciosos como a despedida de solteiro num bar norte-coreano em Nova Iorque, os avisos de atores que aparecem a dirigir-se a nós quando tomamos uma “decisão errada”, as analogias do Titus, entre outras.

Temos mais tempo de ecrã de Jon Hamm e isso é ótimo. É um filme cheio de gozo com o mundo das celebridades, redes sociais, influencers e outras características da sociedade de hoje, o argumento é muito muito bom, os atores também e o guarda roupa é magnífico, mas depois não tem nenhum plot twist ou planos excecionais ou formas de filmar que fiquem na memória, mas também não é o que se procura num filme destes, ainda assim é o que faz descer um pouco a classificação que lhe dou.




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