La femme de mon frère

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Duração: 117 minutos

Data de Estreia: 07 / 06 / 2019

Orçamento: Sem Informação

Receita: Sem Informação

Linguagem: Francês

Status: Lançado

Produtora /s:

Metafilms

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Reviews: 116
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La Femme de Mon Frére

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26 / 08 / 2020

Que história belíssima!!!! Mas triste ao mesmo tempo... Bem, já vou explicar.


La Femme de Mon Frére, chegou aos meus olhos e chamou-me à atenção no festival IndieLisboa de 2020. Uma história que promete contar a relação entre dois irmãos que estão um pouco solitários no mundo prendeu-me de imediato. Não só por ter uma irmã, mas por ver esta relação, que é uma relação de amor, poucas vezes transporta para o cinema e pensada através de um filme.


Sophia (Anne-Élisabeth Bossé) é candidata a professora na Universidade de Montréal depois de ter concluído o doutoramento em filosofia, quando não consegue o cargo porque o filho do seu orientador de tese ficou com ele, injustiçada, vai para o desemprego sem forças para procurar algo novo. Nesse período passa a viver com o irmão, Karim (Patrick Hivon), que a apoia e tem uma relação incrível com ela que a faz sentir-se segura apesar da sua vida estar num momento mau.


Aqui começam a ficar protagonistas duas cores principais, o cor-de-rosa e o azul. Estas cores vão representando diferentes estados de espírito de Sophia e vemo-las transparecer nas roupas que usa, nas cores dos sítios por onde a ação se passa, etc... é um pequeno pormenor mas que faz toda a diferença para passarmos de um filme normal para um bom filme.


Quero aqui sublinhar a enorme cena que é o jantar de família destes dois irmãos com os pais, uma cena longa, bastante longa, como eu gosto, onde vemos riso, choro, dança, gritos, comida, murros na mesa, e muito mais coisas que acabam numa daquelas cenas que fazem filmes sabem, que vais lembrar-te sempre que falares deste filme a alguém ou que vais estar ansioso para que chegue quando repetires o visionamento do filme, porque este filme deixa essa vontade (a mim deixou).


Quando Karim se apaixona por uma médica, a relação entre Karim e Sophia passa para segundo plano e Sophia parece não lidar bem com isso. Aqui começa o filme e a espiral de emoções que ele é... é um filme de diálogo, de relações, parecia quase que estava a ver um filme de Greta Gerwig ou Noah Bumbach. 


Há algumas personagens que são postas à pressão na narrativa e, essa parte foi a que menos gostei no filme, achei um pouco desnecessário. 


No fim de tudo, foi um ótimo filme para iniciar um festival de cinema e recomendo que o tentem ver!




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