Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street

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Duração: 99 minutos

Data de Estreia: 05 / 04 / 2019

Orçamento: $ 250.000

Receita: $ 0

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

The End Productions

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Scream Queen! My Nightmare on Elm Street

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15 / 09 / 2020

Acho que, mesmo quem não é fã de filmes de terror conhece o Pesadelo em Elm Street. Já ouviste o nome Freddy Krueger quase de certeza e por isso deves saber que é uma das personagens de terror mais populares do cinema. O psicopata e assassino de pele queimada atormenta crianças e jovens nos seus sonhos e é há mais de 30 anos um pesadelo para os fãs deste género de filmes. 


O sucesso foi tão grande que as sagas de terror sucederam-se, mas nunca existiu uma que se tivesse tornado tão popular. Este documentário foca-se no desastre do segundo filme e no ator Mark Patton que interpretou Jesse. 


O segundo filme de Pesadelo em Elm Street destruiu a carreira de ator quando ainda estava a começar. Mas o que é que aconteceu? É a esta pergunta que responde o documentário. 
Seguimos Mark Patton nas convenções de Terror, durante a digressão comemorativa do 30ª aniversário do filme. Fica claro, à medida que ouvimos as declarações do ator, que ele se sente injustiçado com o que aconteceu há mais de 30 anos e aproveita esta experiência para procurar um pedido de desculpas e finalmente fazer as pazes com o passado.


Depois do filme, Mark ficou conhecido como o primeiro "scream queen" masculino e o que ele nos conta é que o filme continha um “subtexto gay” que destruiu a hipótese de conseguir futuros papéis. 


Creio que o documentário pretende lançar um olhar sobre o impacto deste segundo filme na vida do ator e na vida de milhares de jovens homossexuais. Porque, aqui não vemos só a história do filme e do ator, também vemos uma história sobre a luta da comunidade homossexual que tentou afirmar-se na década de oitenta.


É verdade que arruinou a carreira de ator a Mark, mas com o tempo, conseguiu passar por cima dessa revolta e hoje é um ativista orgulhoso e um ícone na comunidade homossexual.  
Não é um documentário que foca no filme Pesadelo em Elm Street II. É um filme muito pessoal sobre um primeiro papel de protagonista que trouxe fama e sucesso, para lhe tirar tudo logo a seguir.


Não me senti triste, pelo contrário, é bonito ver esta celebração da liberdade de expressão que certamente vai inspirar todos os que ainda sofrem com ataques preconceituosos. 




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