A Raíz do Medo

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Duração: 129 minutos

Data de Estreia: 06 / 03 / 1996

Orçamento: $ 30.000.000

Receita: $ 102.616.183

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

Paramount Rysher Entertainment

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Sinopse

Culpado? Inocente? Estas questões não são para o grande e poderoso advogado de Chicago, Martin Vail (Richard Gere) decidir. O seu trabalho consiste apenas em defender - especialmente se o julgamento irá por o seu nome nos cabeçalhos dos jornais e levar a sua carreira mais longe.Quando Vail ouve que um pobre rapaz do coro (Edward Norton) é acusado de ter assassinado o arcebispo local, ele agarra este caso, procurando ficar no centro das atenções dos media. Mal ele sabe que este caso irá revelar um ninho de corrupção pondo-o em confronto com a promotora de justiça (Laura Linney) e sua ex-namorada, pondo à prova toda a sua perícia, discernimento e mesmo a sua filosofia de vida: ganhar a qualquer custo.

Review

ranting

Reviews: 59
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A Raiz do Medo

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16 / 09 / 2020

Quando é que temos a certeza de que uma atuação carrega o filme inteiro?


Pode ser quando o filme depende todo de uma grande reviravolta no final e continua a funcionar para ti quando voltas a vê-lo e já sabes o que vai acontecer.
Isto foi o que aconteceu com este filme. Foi a vê-lo agora depois de tantos anos e Norton ainda consegue fazer-me sentir mal por ele.


Agora, todos nós sabemos que ele é um dos melhores atores da geração, mas quando este filme estreou, não sabíamos quem ele era. Era um ator desconhecido que ia contra Richard Gere, este que estava no topo do seu jogo. Não me lembro de um momento de Gere aqui, não porque ele seja mau ator, mas porque Norton foi incrível e ofuscou-o.


Adoro filmes deste género, com crime, mistério, processos judiciais e reviravoltas, e este faz tudo muito bem.


A forma como somos guiados pela história faz-nos esquecer para onde é que estamos a ir e é por isso depois, no fim tudo nos atinge de forma abismal, mas sem nunca parecer ser menos que aquilo que é. Nos momentos finais prova que é grandioso do início ao fim.


Mesmo que já imagines um final ou vejas o filme mais do que uma vez, A Raiz do Medo ainda tem forças suficientes para se manter interessante e o olhar "inocente" do Norton faz-nos perguntar se há alguma hipótese de tudo terminar de maneira diferente.


Por outro lado, Laura Linney e Frances McDormand estão meio perdidas. Não têm muito para fazer ou dizer e mesmo o que recebem não tem o poder que as personagens poderiam ter para a história.


A música nem sempre se encaixa bem e, embora eu tenha muito orgulho de que algumas músicas portuguesas foram escolhidas, nem sempre combinavam com o que víamos no ecrã.




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