Emily in Paris

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Temporadas: 1

Data da Estreia: 02 / 10 / 2020

Última Temporada: 02 / 10 / 2020

Total de Episódios: 10

Duração por Episódios (aprox): 30 minutos

Em Produção: Não

Linguagem: Inglês

Produtora /s:

Netflix

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Reviews: 116
Seguidores: 2


Emily em Paris

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17 / 10 / 2020

Emily em Paris é uma das séries mais vistas nos últimos tempos. Original Netflix, esta série conta a história de Emily, uma marketeer e gestora de redes sociais que se muda de Chicago para Paris para trabalhar numa agência de publicidade de marcas de luxo. 



Decidi ver esta série por ser criada por Darren Star, conhecido criador do fenómeno “Sexo e a Cidade” série que acho bastente boa e que me divirto muito a ver. Esta “Emily em Paris” não tem tanto estilo sitcom como “Sexo e a Cidade” mas chega lá muito perto. 



Começando pelo início, como todas as coisas devem ser feitas, o primeiro episódio é um pouco vazio de conteúdo, quase não deu vontade para continuar mas a verdade é que estou farto de ver séries em que isto acontece e que depois são uma boa surpresa, por isso continuei, continuei e entrei num mar de referências clichês sobre a cultura americana e sobre a cultura francesa e parisiense e depois mais clichês desta vez sobre as pessoas americanas e sobre as pessoas francesas, chato. 



Os episódios são curtos, rondam os 20 minutos, mas por vezes parecem bem longos. A ação não é dinâmica e o argumento não tem muito sumo, por vezes, parece que acabei de ver um episódio e não me vem nada à memória do que se passou. Tem imensos erros de racord, como por exemplo, objetos que simplesmente desaparecem das cenas ou copos de vinho que, por mais que sejam bebidos, continuam sempre cheios, se alguém fizesse um jogo de beber e bebesse um shot por cada erro destes que aparece na série, entraria em coma alcóolico. Há também muitos outros erros ou coisas parvas como, o estilo de vida que Emilt leva numa cidade tão cara como Paris; ninguém em início de carreira como ela poderia fazer aquele estilo de vida, mesmo trabalhando com marcas de luxo e, para além disso, a forma como a conta dela cresce em números faz parecer fácil quando se sabe o quão difícil é crescer em termos de seguidores e engagement numa conta de instagram, porque se os seguidores se podem comprar, os comentários e likes não podem.



No entanto, esta série também tem alguns pormenores interessantes como os encontros e desencontros entre personagens novas, os desafios profissionais e a forma como Emily os ultrapassa e o espectador poder ver esses mecanismos é uma boa parte deste argumento. A ótima cor e bonitas paisagens de Paris embelezam muito os episódios.



A banda sonora é muito desinteressante no seu geral, mas fizeram batota para comigo. Qualquer sítio onde toque “La Vie En Rose” fica logo melhor e o episódio onde Mindy (Ashley Park) canta este hino de Édith Piaf é dos melhores momentos de toda a temporada. 



A partir do quarto episódio começa a ficar mais interessante  e os encontros e desencontros entrelaçam-se para criar um enredo que passa a ser muito divertido de ver, infelizmente este entusiasmou durou pouco em mim, pois rapidamente o tom mediano, medíocre e previsível volta assim que nos aproximamos do fim da temporada.



Lily Collins (Emily) tem aqui um papel com capacidade para brilhar, ser uma atriz dinâmica, ir do choro ao riso, tem um papel que dá para mostrar tudo o que uma boa atriz pode ser mas nunca o consegue, joga sempre pelo seguro, é sempre a mesma coisa, sempre igual, previsível e nada surpreendente.



Temos aqui história para muitas temporadas que vão acontecer, certamente. Não sei é se eu as vou ver.





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