Hillbilly Elegy

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Duração: 117 minutos

Data de Estreia: 11 / 11 / 2020

Orçamento: Sem Informação

Receita: Sem Informação

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

Imagine Entertainment

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Review

ranting

Reviews: 88
Seguidores: 2


Pior filme do ano? Não! Melhores atuações? Sim!

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27 / 11 / 2020

Ouvi dizer que o novo filme da Netflix está a ser considerado, por muitos, o pior filme do ano. Achei estranho porque, como é que Amy Adams, Glenn Close e Ron Howard deixariam isto acontecer? Apressei-me para ver e tirar as minhas conclusões!


Amy Adams conta no currículo 6 nomeações aos Óscares e Glenn Close conta com 7. Ou muito me engano ou vão as duas a caminho da próxima nomeação! Que atuações perfeitas!! Elas que partilhem boleia… poupem na viagem, porque os vestidos são caros.


Dito isto, a minha experiência deste filme é totalmente diferente de outras que tenho lido até agora. “Hillbilly Elegy” está a ser arrasado! Isto deixa-me triste. De repente, tudo aquilo que tem de bom é esquecido. Pior do que isso, arrasta grandes artistas atrás.


O filme tem três aspetos extraordinários que eu acho que são a chave: A química dos três atores Amy, Glenn e Gabriel Basso; A banda-sonora excecional a cargo de Hans Zimmer e de David Fleming; Uma história de força baseada em factos reais.


O filme relata um país em constante conflito étnico e com valores conservadores que originam reações violentas. J.D. Vance (Gabriel Basso) é aluno de direito em Yale mas, a mãe Bev (Amy Adams), “obriga-o” a regressar a casa. J.D. vai lidar com os problemas da mãe toxicodependente. Durante o regresso, J.D. recorda a avó Mamaw (Glenn Close), a mulher forte que o criou. Admito!


Há um conjunto de cenas dramáticas que rapidamente escalam, o que prova que o argumento de Vanessa Taylor podia ser muito melhor. O realizador não soube distinguir as sequências dramáticas e transformou-as em exageros. Para além disso, há zero surpresas! É previsível, praticamente, desde o início.


Acho que tinha tudo para dar certo e ser um bravo concorrente aos Óscares 2021, mas não… escorregou algures na narrativa e no argumento e foi coxeando até ao fim. Quer isto dizer que é o pior filme do ano? Discordo totalmente…


Acho que há duas formas de sair desta “América em Ruínas”: “Não importa de onde vens, há sempre uma forma de vencer” ou “Não importa se o passado nos deixou em ruínas, importa o que fazemos para sair dele.“ É possível!




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