Argo

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Duração: 120 minutos

Data de Estreia: 11 / 10 / 2012

Orçamento: $ 44.500.000

Receita: $ 232.324.128

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

GK Films Warner Bros. Pictures Smoke House Pictures

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Sinopse

Em 4 de Novembro de 1979, quando a revolução iraniana atinge o seu ponto de ebulição, militantes invadem a embaixada dos Estados Unidos da América em Teerão e fazem reféns. Mas, no meio do caos, seis americanos conseguem escapar e encontrar refúgio na casa do embaixador canadiano. Sabendo que é só uma questão de tempo até serem encontrados e mortos, um especialista da CIA chamado Tony Mendez surge com um plano arriscado para fazê-los sair do país em segurança.

Review

ranting

Reviews: 116
Seguidores: 2


E a tensão que uma história destas pede, onde ficou?!

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30 / 11 / 2020

Este filme conta uma história verídica, uma história de verdadeira tensão, uma luta pela sobrevivência, uma luta de dois lados, uma história que mostra como as relações entre os Estados Unidos da América e o Irão têm azedado desde os anos 70. Há nesta história toda uma possibilidade de ir a várias emoções, explorar a condição humano numa situação limite, mas este filme deixa-se ficar por tudo o que é mais simples, deixa-se ficar pelo cantos e atos patrióticos e esquece-se que, acima de tudo, é uma história sobre as pessoas que passaram por aquilo e não sobre os países.


A história passa-se entre Los Angeles e Teerão, depois do Xã posto no poder pelos Estados Unidos e pela Grã-Bretanha ter sido destituído e da faixa rebelde ter tomado o poder do Irão. Houve uma invasão popular à embaixada dos Estados Unidos naquele país e foram feitos imensos reféns, e seis pessoas que lá trabalhavam conseguiram escapar-se para a residência oficial do embaixador do Canadá, ficando ali refugiados. A ação do filme é a mostra de como a CIA engendrou um plano para tirar essas seis pessoas de lá sem que as autoridades do Irão se apercebessem. 


Um agente da CIA trabalhou com um prostético, que à altura tinha ganho um óscar pelas próteses feitas para o filme "Planeta dos Macacos" para inventar uma produção de um filme passada no Irão, para ter um propósito para criar novas identidades e assim, conseguir resgatar aquelas seis pessoas. 


Com um grande elenco, Ben Affleck (que também realiza), Alan Arkin, Bryan Cranston, John Goodman, entre outros, este filme tinha aqui uma história incrível para fazer um bonito e imponente filme, mas Affleck não conseguiu isso, nem de perto. O facto do mundo dos filmes entrar em jogo com um papel tão fundamental num resgate tão importante como este, de dar uma importância moral a Hollywood era um bom ponto de partida, que foi totalmente desaproveitado.


É aqui representada uma situação de tanto stress e tensão e isso mal se sente na ação, Ben Affleck voltou a mostrar-me o porquê de não o achar grande ator, ele que interpreta o chefe desta operação, merecia mais ação, mais emoção e ao mesmo tempo, tranparecer calma e a descontra de um verdadeiro agente da CIA e não esta monotonia que se sente durante o filme todo.


Com uma fraca banda sonora e mistura de som ainda pior, estes dois fatores, tivessem eles sido bem feitos, ajudariam a criar a tensão necessária que apenas a ação não consegue criar.


No fim, para piorar tudo, o patriotismo norte-americano sobe a níveis estratosféricos, já não bastava o terem-se posto como país vítima durante todo o filme, mas no fim fica claro o verdadeiro objetivo de contar esta história no grande ecrã, o de tirar o mérito do resgate destas pessoas ao Canadá e devolvê-lo à CIA e a Hollywood. Que fantochada!!




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