Zona de Perigo

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Duração: 114 minutos

Data de Estreia: 15 / 01 / 2021

Orçamento: Sem Informação

Receita: Sem Informação

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

Inspire Entertainment Automatik Entertainment Pioneer Stilking Films Leeding Media

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Sinopse

Num futuro próximo, um piloto de drones é enviado para uma zona de guerra, onde se junta a um oficial androide ultrassecreto numa missão para impedir um ataque nuclear.

Review

ranting

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Mais uma vez Netflix, só bons efeitos especiais não chega...

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18 / 01 / 2021

Depois do anúncio da Netflix que nos disse que iria estrear um filme original por semana, fiquei com água na boca para ver como começaria esta publicação de conteúdo massiva. A verdade é que um filme de guerra, normalmente, pode ter dois significados, ou sai uma obra prima capaz de nos fazer pensar na condição (ou falta dela) humana e em como o ser humano é um ser destruidor e malígno ou sai um filme de domingo à tarde em que o mais importante são as explosões e personagens heróicas que fazem coisas absolutamente impossíveis de acontecer na vida real.

Este "Zona de Perigo" parecia-me um filme de guerra mais chegado aos filmes de domingo à tarde mas com uma pitada interessante, a parte de ficção científica, dos soldados robôs. Mas provou ser uma desilusão.


Anthony Mackie volta a um papel de grande ação, o ator conhecido como "Falcon" no universo MCU interpreta "Leo", o avançado soldado robô enviado para a zona de perigo de um conflito entre a Rússia e a Ucrânia para tentar resgatar códigos nucleares de um terrorista ultra-nacionalista russo.  O seu companheiro de missão, Harp (Damson Idris), foi ali parar por desobedecer a uma ordem direta enquanto fazia o seu trabalho de piloto de drones armados. 


O filme é sem dúvida, uma bomba de efeitos especiais. A Netflix já nos tem habituado a efeitos e explosões incríveis e volta a surpreender. Desta vez, o corpo de Leo merece o meu destaque. A passagem de pele para a parte robótica do seu corpo que depois se transforma em pele, é muito bem feita e parece mesmo real. Já para não falar de todas as armas, explosões, ataques aéreos, drones, tanques, robôs soldados (não tão avançados como Leo) e a quantidade impressionante de figurantes, que elevam este filme.


Agora, o argumento pareceu-me algo frouxo, a forma como foi contado também. Ou seja, para mim, ficou clara a intenção de fazer de todas as personagens anti-heróis e isso ficou um pouco chato porque, ao fim ao cabo, parece que todas as personagens são iguais. As interpretações também não são nada de estupendas, são até muito normais, destaco apenas a interpretação de Emily Beecham que dá uma presença humana a uma líder da resistência pela independência da Ucrânia por causa do trabalho humanitário que faz em paralelo com o trbalho de guerra.


É mais uma tentativa (talvez cnseguida) da Netflix de entrar no circuito de blockbuster e mais uma mostra de que a Netflix é capaz de fazer filmes para todos os gostos, daqueles que podem ser nomeados aos mais altos prémios do cinema, até aqueles que podem ser esquecidos já daqui a uns meses.




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