Manchester by the Sea

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Duração: 137 minutos

Data de Estreia: 18 / 11 / 2016

Orçamento: $ 9.000.000

Receita: $ 78.988.148

Linguagem: Inglês

Status: Lançado

Produtora /s:

Pearl Street Films K Period Media B Story The Affleck/Middleton Project The Media Farm Amazon Studios Big Indie Pictures CMP Entertainment OddLot Entertainment Lionsgate

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Sinopse

A história de um canalizador da cidade de Boston, nos Estados Unidos, que é forçado a voltar para a cidade de Manchester, no Reino Unido, após descobrir que o seu irmão morreu. Já em terras inglesas, vai ter de tomar conta do sobrinho de 16 anos, mas acaba por lidar com uma tragédia secreta do seu passado.

Review

ranting

Reviews: 88
Seguidores: 2


Não estava preparada para esta história!

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23 / 01 / 2021

A terceira longa-metragem do realizador Kenneth Lonergan faz hoje 5 anos e tal como nas obras anteriores, “Manchester By The Sea” conta-nos uma história sobre uma dor demasiado grande para ser suportada.


Lee (Casey Affleck) é obrigado a regressar à sua terra natal após a morte do irmão mais velho Joe, para tomar conta do sobrinho Patrick (Lucas Hedges). Bem resumido, esta é a proposta do filme. Só que eu já sei que esta sinopse não é justa e posso garantir-vos que o filme é muito maior do que um simples regresso a casa.


Conhecemos um Lee que é porteiro em Boston que faz tudo o que lhe pedem e percebemos que escolheu viver nestas condições como se merecesse um “castigo”.


Fiquei com o coração aos bocadinhos quando é desvendado, aos poucos e através de flashbacks, o que é que aconteceu antes de tudo o que vemos. Acreditem quando vos digo que é mais dramático e triste do que qualquer coisa que possam tentar adivinhar.


Casey Affleck teve, de facto, um dos melhores trabalhos que já testemunhei e se tivesse que o descrever diria que foi um dos únicos atores que me fez sentir o peito apertado cada vez que aparecia no ecrã. No entanto, quem me surpreende é Lucas porque nos entrega um adolescente que passa pela “melhor fase da vida” com a pior e mais angustiante dor da vida.


Podem parecer muitos minutos no ecrã, mas todos fazem falta e todos são incrivelmente dedicados aos personagens que se constroem no meio de diálogos fabulosos! O texto de Lonergan reconhece detalhes que acrescentam uma qualidade arrebatadora ao filme e é a chave deste sucesso. Não é por acaso que conquistou o Óscar de Melhor Argumento e Melhor Ator.


Por mais contraditório que pareça, também acredito que é com os poucos silêncios do filme que recebemos as melhores cenas. São momentos que, para mim, são indescritíveis… não consigo descrever-vos o impacto emocional daquelas cenas que nem precisaram de usar palavras para me roubar uma lágrima ou sorriso.


Pode tornar-se difícil de ver, mas ninguém deve desistir desta obra. Tudo o que posso dizer, fica aquém da verdadeira importância desta história. Deve ser visto e guardado!




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